A desestruturação familiar

Grande incidência das crianças que transgridem as leis provém de lares desfeitos ou em desarmonia.

Aonde impera a desestruturação familiar o lar não é um doce lar!

A desestruturação familiar

A desestruturação familiar

A criança que cresce em ambientes de harmonia encontrará um contexto mais favorável para o seu desenvolvimento.

A desestruturação familiarPor outro lado, as crianças que crescem em ambientes de conflito ou lares desfeitos encontrarão um contexto desfavorável ou menos favorável para o seu desenvolvimento pessoal.

Como lar desfeito podem ser entendidas as situações onde a configuração familiar foi prejudicada pela ausência de um dos pais, seja em razão de morte, divórcio ou qualquer outro motivo.

A desestruturação familiar pode ser expressa de muitas maneiras:

  • Um ou mais membros da família são condicionados a agir de determinada maneira para serem merecedores de afeto.
  • Há a ausência de cuidados e os membros não têm como obter amor e reconhecimento.
  • Há o excesso de cuidados e os membros da família se tornam frágeis e dependentes; etc..

O lar que deveria ser um lugar de proteção e cuidado, muitas vezes, é apenas um mito e crianças e adolescentes sofrem experiências de violência, negligência, maus tratos, violência psicológica, agressão física e abuso sexual dentro do próprio âmbito familiar.

Assim, pode se afirmar que a qualidade do lar e da família de uma criança tem importância comprovada na formação de sua personalidade.

Vídeo: Criança vê, criança faz

Lar doce lar

Uma casa com pessoas nem sempre é suficiente para se constituir um lar.

A desestruturação familiarUm lar é constituído através de relações de amorosidade e de empatia entre as pessoas que habitam esta casa.

Empatia como o movimento de colocar-se no lugar do outro.

Há um artigo sobre empatia aqui no Euniverso: O que é Empatia?

A empatia praticada dentro do lar fará com que os conflitos de gerações sejam amenizados, pois ao colocar-se autenticamente no lugar do outro sem julgamentos, a tolerância permitirá a boa convivência entre diferentes e lembrando que “nenhum ser humano é igual a outro” e, desta forma, lidaremos com o diferente durante toda a vida.

A amorosidade presente dentro do lar fará com que os valores internos sejam mais importantes que os valores externos.

Haverá a prática do discernimento que consiste em separar a essência da aparência.

O ser humano será mais humanista do que consumista.

A criança aprende muito através da empatia. Portanto, através da empatia ela aprende e você ensina.

Aos pais também cabe praticar a empatia, pois somente assim conseguirá compreender  seu filho.

E se praticarmos a empatia e a amorosidade em todas as nossas relações estaremos contribuindo para que o mundo seja nosso lar doce lar e a a humanidade a nossa grande família.

Vídeo: Mundo maravilhoso!