A família e a saúde mental da criança

Artigo e vídeo sobre a saúde mental da criança abordando o papel da família e as fases da criança.

A família oferece a hereditariedade e o principal contexto para formação da personalidade da criança.

Um artigo de grande importância para pais e educadores.

A família e a saúde mental da criança

A família, o fisiológico e o social

A nossa personalidade é configurada no transcorrer da vida e dois fatores são fundamentais: o fisiológico e o social.

A hereditariedade fundamenta o que é fisiológico.

O ambiente fundamenta o que é social.

O ambiente pode ser entendido em diferentes contextos: lar, escola, comunidade, nação, amigos, vizinhança, família, etc..

A família é um fator de grande importância na configuração da personalidade de qualquer pessoa e é o primeiro e principal contexto que a criança tem.

Consequentemente a família é fundamental na saúde mental da criança.

A família além de determinar o que é fisiológico através da hereditariedade também exerce grande influência nos fatores sociais de configuração da personalidade, pois os pais e as condições do lar moldam intensamente as crianças, principalmente, em seus primeiros anos de vida.

O papel dos pais é determinante na configuração da personalidade de toda criança.

“Todas as famílias felizes se assemelham; mas cada família infeliz é infeliz a seu modo.” (Leon Tolstoi).

Vídeo: Titãs – Família

Criança é criança e família é escola

Duas afirmações podemos fazer antes de assistirmos ao vídeo sobre as fases da criança e sua saúde mental:

  • Criança não é adulto em miniatura.
  • A família é a principal escola de uma criança. Família desestruturada é uma escola ruim!

Estas duas afirmações colocam a família como a base da estrutura da personalidade de uma criança.

Assim podemos conceber que:

  • A família é a base de tudo.
  • A educação é a base da família.
  • A empatia é a base da educação.

Empatia é colocar-se no lugar do outro e procurar ver as situações e o mundo com o olhar do outro.

A empatia é fundamental para se relacionar favoravelmente com uma criança.

Como dissemos: a criança não é um adulto em miniatura e isso significa que a criança não sabe ver como um adulto.

Por sua vez, o adulto pode ver como uma criança, pois todo adulto já foi uma criança.

A empatia, portanto, tem que ser uma atitude do adulto!

Ser empático é o caminho para ser amoroso.

Ser empático com uma criança é amar uma criança!

Desta forma; família, educação e empatia unidos transformam-se em “cuidar com amor”.

“Paz e harmonia – está é a verdadeira riqueza de uma família.” (Benjamin Franklin).

A família e a saúde mental da criança

As fases da criança e a saúde mental

Vamos agora assistir ao vídeo do programa: “Consultório de Família”, da TV Novo Tempo, exibido em 13 de outubro de 2014 que teve a apresentação de Darleide Alves e a participação da psicóloga e neurocientista Rosana Alves.

Vídeo: Consultório de Família – As fases da criança e a saúde mental