Mais Cinco Vídeos de Grandes Livros

O Euniverso selecionou mais cinco vídeos de grandes livros!

Este é o segundo de uma série de três artigos que apresentará no total dezessete vídeos de grandes livros.

Abaixo do player dos vídeos de grandes livros encontra-se uma sinopse dos documentários.

Esta é a primeira coletânea!

Lista de Vídeos de Grandes Livros:

  • Gustave Flaubert – Madame Bovary
  • Jonathan Swift – As viagens de Gulliver
  • Júlio Verne – Vinte mil léguas submarinas
  • Mark Twain – As aventuras de Huckleberry Finn
  • Miguel de Cervantes – Dom Quixote de La Mancha

Sinopse dos Vídeos de Grandes Livros:

Gustave Flaubert – Madame Bovary

Madame Bovary é um romance escrito por Gustave Flaubert, que resultou num escândalo ao ser publicado em 1857.

Reconhecido por autores como Henry James como “o romance perfeito”, Madame Bovary é a obra fundamental de Gustave Flaubert (1821-80). Trata-se de um raridade, mesmo em um clássico, um exercício meticuloso de escrita que igualmente desafiava as estruturas literárias e as convenções sociais. Não à toa, a época de lançamento o impacto foi duplo: um sucesso de público e a reação feroz do governo francês, que levou o autor a julgamento sob a acusação de imoralidade.

Flaubert inventou um estilo totalmente novo e moderno, praticando uma escrita que, ao longo dos cinco anos que levou para terminar o livro, literalmente avançou palavra a palavra.

Cada frase devia refletir o esforço em obtê-la, sendo reescrita e reescrita ad infinitum.

Mestre do realismo, o autor documenta a paisagem e o cotidiano da segunda metade do século XIX, ironizando os romances sentimentais e folhetins, gêneros que considerava obsoletos.

A história faz um ataque à burguesia, desmoralizando-a com a descrição exuberante de sua banalidade.

Em um tempo em que as mulheres eram submissas, Emma Bovary encontra nos tolos romances dos livros o antídoto para o tédio conjugal e inaugura uma galeria de famosas esposas adúlteras atormentadas na literatura.

Jonathan Swift – As viagens de Gulliver

“As Viagens de Gulliver” é um romance satírico do escritor irlandês Jonathan Swift, publicado originalmente em 1726.

Em suas ‘Viagens a diversos países remotos do mundo em quatro partes’, o cirurgião naval Lemuel Gulliver, vítima de um naufrágio durante uma terrível tempestade no mar, no ano de 1699, relata suas experiências em terras diferentes e inimagináveis.

Único sobrevivente da tripulação do Antelope, o jovem Gulliver é levado pelas ondas até a desconhecida Lilipute, uma ilha habitada por seres minúsculos que se imaginavam o centro do universo e viviam em guerra por motivos tão fúteis quanto… a forma correta de se quebrar um ovo.

Júlio Verne – Vinte mil léguas submarinas

Publicada originalmente em 1870, “Vinte Mil Léguas Submarinas” é a obra mais famosa de Júlio Verne, o escritor que ajudou a criar um novo gênero literário, a ficção científica, e que antecipou muitas invenções em suas obras.

A história tem início em 1866, quando navios de diversas partes do mundo começaram a naufragar e sofrer misteriosas avarias, governantes e homens de ciência mobilizaram-se para identificar, localizar e deter o misterioso monstro marinho responsável por tais ataques.

Mas a missão não correu conforme os planos, e a besta desconhecida destroçou a fragata que fora em sua captura.

Lançados ao mar, o professor Aronnax, o fiel Conselho e o exímio arpoador Ned Land foram resgatados e feitos prisioneiros pelo enigmático capitão Nemo, dono, líder e principal habitante do prodigioso submarino Náutilus.

Navegando águas remotas dos oceanos e lançando-se em ousadas caminhadas submarinas, esses homens desbravarão a vida por um ângulo inteiramente novo, descobrindo a exuberância da flora e da fauna marinhas e experimentando emoções conflituosas, numa viagem vinte mil léguas sob os mares.

Mark Twain – As aventuras de Huckleberry Finn

“As Aventuras de Huckleberry Finn” é um romance do escritor norte-americano Mark Twain, publicado em 1884.

Para se livrar do pai bêbado e violento, Huckleberry Finn se refugia em uma pequena ilha do rio Mississippi, onde se alia com Jim, um escravo fugido.

Em busca de liberdade, a inusitada dupla se lança numa viagem pelo leito do rio, às margens da sociedade pré Guerra Civil.

Mark Twain construiu um ótima novela com emaranhados diversos sobre valores universais, com equidade e coerência.

O duro aprendizado do menino Huck em sua lida diária, com a diminuta canoa através do grande rio, no final das contas, é a metáfora perfeita sobre a mesma jornada que todo jovem faz, em qualquer tempo e em todo lugar, aprendendo assim as lições que perdurarão para sempre em suas vidas.

Para uns, o ensino é mais complexo e intelectualizado.

Para outros, mais lúdico e leve. Para o garoto da história, foi rudimentar, físico e linear.

Marco fundador da narrativa amricana, o romance registrou a fala comum da gente simples e inaugurou a tradição – central das artes americanas – do anti-herói jovem e espirituoso que, graças à condição de desajustado, goza de uma visão privilegiada do mundo.

Muitas vezes alvo de polêmicas, Huck Finn não cessa de suscitar reflexões sobre o absurdo da humanidade.

Miguel de Cervantes – Dom Quixote de La Mancha

“Dom Quixote de La Mancha” é um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616), e publicado pela originalmente em Madrid no ano de 1605.

O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão por muita leitura de romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis preferidos.

O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista.

A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha.

Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade.

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